O chefe da equipe McLaren, Andrea Stella, atribuiu a desvantagem de dois décimos de Oscar Piastri em relação a Lando Norris na classificação do Grande Prêmio da Bélgica a algoritmos da unidade de potência, em vez de diferenças na pilotagem. Problemas semelhantes surgiram entre os companheiros de equipe da Mercedes, George Russell e Kimi Antonelli, em Spa-Francorchamps.
Stella afirmou que o déficit ocorreu principalmente na reta entre Stavelot e a chicane Bus Stop, durante a fase de perda de potência (derating). Ele observou que pequenas variações no funcionamento da unidade de potência explicavam a diferença, com Piastri perdendo tempo na reta final e em Blanchimont.
O chefe da McLaren traçou paralelos com os carros da Mercedes, onde Antonelli conquistou a pole position à frente de Russell. Stella afirmou que as sobreposições das voltas mostraram padrões comparáveis entre as duas equipes.
Russell confirmou após a classificação que seu foco nas 36 horas anteriores havia sido a velocidade em reta devido aos problemas com a unidade de potência. Stella acrescentou que Piastri poderia ter sido um ou dois décimos mais rápido se a unidade de potência tivesse tido o desempenho esperado.
Piastri perdeu tempo de pista na sexta-feira devido a um vazamento hidráulico, o que pode ter afetado o processo de aprendizado do software para o gerenciamento de energia sob os regulamentos de 2026.