Benjamin Hovland, um dos dois membros democratas da Comissão de Assistência Eleitoral demitidos na semana passada pelo presidente Trump, descreveu ter recebido a notificação de sua dispensa por meio de um breve e-mail sem qualquer explicação.
Hovland disse à NPR que a mensagem afirmava que seus serviços não eram mais necessários em apenas duas frases. Ele observou uma indicação anterior vinda de uma decisão recente da Suprema Corte sobre poderes de remoção presidencial, mas disse que não houve aviso prévio.
A comissão bipartidária, estabelecida pela Lei de Ajuda ao Voto da América de 2002 após a eleição de 2000, certifica equipamentos de votação, distribui subsídios, conduz pesquisas e compartilha as melhores práticas entre os estados. Com todos os comissários agora fora do cargo após as demissões e a renúncia de um republicano, Hovland disse que a equipe pode continuar as operações, mas decisões políticas como novos padrões de votação exigem um quórum.
Ele enfatizou o papel de atendimento ao cliente da agência no apoio a autoridades eleitorais estaduais e locais. Hovland expressou preocupação de que a remoção da estrutura bipartidária possa corroer normas e a confiança pública nas eleições.