Após a 'Declaração de Dissidência da EPA' na primavera de 2025, na qual mais de 140 funcionários de carreira se opuseram às mudanças na agência sob o governo Trump, o administrador Lee Zeldin colocou os 144 signatários em licença administrativa remunerada. Um artigo da The New Yorker questiona a sobrevivência da EPA sob sua liderança, provocando refutações do Heartland Institute que defendem a resposta moderada.
Em resposta à 'Declaração de Dissidência' — anteriormente abordada em reportagens sobre as reformas da EPA —, um grupo de 144 funcionários de carreira da EPA criticou publicamente o administrador Lee Zeldin por cortar o financiamento de 'justiça ambiental' (impactando comunidades negras, de pessoas com deficiência e LGBTQIA+), minar a confiança pública, promover desinformação e apoiar as tarifas de Trump.
Zeldin colocou os signatários em licença administrativa temporária com pagamento e benefícios integrais, uma medida que o Heartland Institute chamou de 'tapa na mão', comparável a férias remuneradas, observando também o papel da EPA na execução da política presidencial. O artigo da The New Yorker 'Can the E.P.A. Survive Lee Zeldin?' retratou a medida disciplinar de forma crítica, destacando também o histórico de votação de Zeldin no Congresso (22% de desvio das posições conservadoras, segundo a Heritage Action) e uma homenagem na newsletter da EPA de 12 de setembro de 2025, 'In Loving Memory', ao fundador da Turning Point USA, Charlie Kirk, que foi assassinado.
Este desdobramento dá continuidade à resistência anterior, incluindo demissões e recursos legais por parte dos signatários, evidenciando as tensões contínuas na agência.