Autoridades de Foxborough rejeitaram garantias recentes do Kraft Sports Group de cobrir US$ 7,8 milhões em custos de segurança para jogos da Copa do Mundo FIFA 2026 no Gillette Stadium, insistindo em pagamento adiantado antes do prazo de licença de 17 de março. A cidade qualificou alegações de progresso como 'categoricamente falsas' enquanto as negociações travam com os eventos a menos de 100 dias.
Na mais recente escalada de uma disputa em curso — após as exigências de fevereiro do Select Board de Foxborough por garantias de financiamento — a cidade rejeitou uma declaração de quinta-feira dos representantes do Gillette Stadium, que afirmaram compromisso em atender às necessidades de segurança por meio de subsídios federais, reembolso pós-evento ou cobertura direta pelo Kraft Sports Group e Boston 2026. Os representantes do estádio destacaram reuniões com autoridades da cidade e enfatizaram a ausência única de receita do local nos jogos da Copa do Mundo, compensada por benefícios turísticos. No entanto, Foxborough respondeu na sexta-feira, classificando quaisquer alegações de acordo de financiamento como 'categoricamente falsas' e acusando os organizadores de resistirem ao pagamento adiantado. “A Cidade não pode e não vai financiar as perdas do Kraft Group sacrificando a segurança pública”, dizia o comunicado. O Kraft Group esclareceu que nunca alegou um acordo, expressando decepção por Foxborough ter concluído sem aguardar a audiência pública de 17 de março. O grupo destacou esforços de boa-fé para abordar preocupações com liquidez e equipamentos, com o mesmo prazo aplicando-se à licença de um amistoso Brasil-França. Residentes locais apoiaram o conselho: “Concordo com a posição do selectboard de reter a licença”, disse Sophia. O dono de empresa Jeff elogiou: “O conselho está fazendo um trabalho fenomenal ao defender a cidade.” Outro destacou o fardo para uma pequena cidade. Nenhum progresso relatado até sexta-feira, com uma fonte citando US$ 8 milhões; organizadores ofereceram reembolso em dois dias pós-evento caso os fundos federais falhem, considerado 'inaceitável' pelas autoridades.