O governo rejeitou na terça-feira avançar com a privatização da Codelco após a proposta do Partido Republicano. O biministro Daniel Mas destacou que o foco está na eficiência operacional sem alterar a propriedade estatal.
O biministro da Economia e Mineração, Daniel Mas, declarou que o governo não contempla alterar a propriedade da Codelco. Em vez disso, está avaliando a venda de ativos não essenciais de suas subsidiárias.
“É uma discussão que já ocorre há algum tempo. Temos a opinião de vender alguns bens que são dispensáveis, não estamos a favor de privatizar”, disse Mas. Ele acrescentou que o principal desafio é melhorar o desempenho financeiro e operacional da empresa.
A proposta republicana, liderada por Arturo Squella, busca incorporar capital privado para enfrentar uma dívida de cerca de US$ 25 bilhões. O presidente do conselho da Codelco, Bernardo Fontaine, reiterou que a empresa permanecerá 100% estatal.
A oposição rejeitou a iniciativa republicana. Ex-funcionários e legisladores a descreveram como um limite que nem mesmo foi cruzado durante a ditadura e defenderam que o cobre deve continuar pertencendo a todos os chilenos.