Um grupo bipartidário na Câmara dos Representantes busca proibir que legisladores negociem ações individuais como parte de um esforço para aumentar a accountability no Congresso. O impulso surge em meio a novo escrutínio sobre potenciais conflitos de interesse no Capitólio, de acordo com reportagem da NPR.
Em um esforço para fortalecer a confiança pública no Congresso, uma coalizão bipartidária na Câmara está considerando legislação que proibiria membros do Congresso de negociar ações individuais.
De acordo com a editora congressional da NPR Deirdre Walsh, os legisladores envolvidos querem conter potenciais conflitos de interesse limitando a capacidade dos membros de comprar e vender ações de empresas individuais enquanto estiverem no cargo. A proposta é descrita como parte de esforços mais amplos para aumentar a accountability e a transparência na forma como os funcionários eleitos gerenciam suas finanças pessoais.
Apoiadores argumentam que regras mais rígidas sobre negociações de ações ajudariam a abordar críticas de longa data de que os interesses financeiros pessoais dos legisladores poderiam parecer moldar ou se beneficiar de seu trabalho em legislação e supervisão. Ao focar a discussão em ações individuais, os defensores dizem que visam reduzir a percepção de impropriedade e restaurar alguma confiança pública nas operações governamentais.
O relatório de Walsh observa que a medida ainda está na fase de discussão, e detalhes chave de qualquer projeto de lei eventual — incluindo o escopo exato das restrições de negociação e como elas seriam aplicadas — ainda não foram finalizados. A NPR também relata que o cronograma para quando a Câmara pode considerar ou votar tal legislação permanece incerto.