Nos últimos desenvolvimentos dos protestos anti-governo em curso no Irã —desencadeados por dificuldades econômicas em 28 de dezembro de 2025 e agora exigindo o fim do governo clerical— as autoridades prometeram uma resposta severa em meio à violência crescente. A Guarda Revolucionária Iraniana (IRGC) acusou 'terroristas' de ataques, a HRANA relatou pelo menos 65 mortes e 2.300 prisões, e um apagão na internet obscureceu a escala, enquanto o presidente dos EUA, Trump, alertou sobre intervenção.
Os protestos, que se espalharam de Teerã para cidades incluindo Karaj, Shiraz, Qom e Hamedan, viram confrontos escaldantes. A mídia estatal relatou amotinadores incendiando um prédio municipal em Karaj, enquanto funerais eram exibidos para forças de segurança mortas em Shiraz, Qom e Hamedan. Vídeos verificados em redes sociais mostraram grandes multidões em Teerã e fogos de rua. A IRGC declarou via TV que 'terroristas' atacaram bases por duas noites, causando mortes de cidadãos e pessoal além de danos materiais, declarando a segurança uma 'linha vermelha'. O exército iraniano prometeu proteger a infraestrutura. Uma testemunha no oeste do Irã viu forças da IRGC atirando; Tasnim relatou 100 'amotinadores armados' presos perto de Teerã. A HRANA contabilizou pelo menos 50 manifestantes e 15 agentes de segurança mortos. Reza Pahlavi, filho do último xá, instou a tomada de centros urbanos em um vídeo, insinuando seu retorno; alguns entoaram pelo xá. Trump alertou o Irã contra atirar em manifestantes, dizendo que os EUA responderiam, em meio às alegações de Khamenei sobre mercenários estrangeiros. Um médico do noroeste descreveu hospitais sobrecarregados com manifestantes espancados ou alvejados, incluindo 20 casos de munição real em uma instalação, cinco fatais. Perdas específicas de segurança: três Basij em Gachsaran, um esfaqueado em Hamedan, outros em Mashhad e Shushtar. Um apagão na internet limitou a visibilidade, ecoando táticas em agitações anteriores como os protestos de Mahsa Amini em 2022.