Jeannette Jara rallies supporters in Coquimbo, criticizing Kast's fiscal cuts amid cheers and performances.
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Jara encerra turnê de fechamento de campanha em Coquimbo, criticando cortes fiscais 'clandestinos' de Kast

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Após comício em Puente Alto, a candidata à presidência Jeannette Jara (PC) encerrou sua campanha na Plaza Vicuña Mackenna em Coquimbo —onde obteve maioria no primeiro turno— com duras críticas ao plano de cortes de US$6 bilhões de José Antonio Kast, chamado de 'clandestino'. Ela defendeu ganhos sociais, prometeu reformas na justiça, fechou controvérsias sobre dívida TAG e María Corina Machado, em meio a apresentações artísticas.

Aproveitando o fechamento de quarta-feira em Puente Alto, Jeannette Jara encerrou sua campanha presidencial na tarde de quinta-feira na Plaza Vicuña Mackenna em Coquimbo, uma escolha simbólica por sua vitória de 27,5% no primeiro turno em 16 de novembro. Acompanhada pelos artistas Banda Conmoción, Shamanes Crew, Los Pincheira del Sur e Roberto Márquez, o evento contou com o hino nacional e bandeiras do Chile, Palestina, Mapuche e diversidade sexual. Estava em andamento no momento da edição.

Jara reiterou a defesa da semana de 40 horas e direitos sociais, enquanto prometia penas rigorosas para o crime 'seja de 30 ou 70 anos'. Ela mirou novos públicos —idosos, famílias de crianças autistas, cuidadores— com segurança residencial, moradias com 'entrada zero', medicamentos sem IVA e auxílio às PMEs.

Suas críticas mais ferozes foram para Kast: citando seu porta-voz Rodolfo Carter sobre cortes de US$6 bilhões, ela condenou o plano 'clandestino' de cortar direitos sociais sem aviso público como 'extremamente grave'. Ela instou ao diálogo com céticos e vítimas de fake news.

Entre os presentes estavam o senador Daniel Núñez (PC), as deputadas Carolina Tello (FA), Nathalie Castillo (PC), Cristián Tapia (ind.), Daniel Manouchehri (PS), Daniella Cicardini (PS), e o prefeito de Coquimbo Alí Manouchehri. Antes em Ovalle, Jara descartou a polêmica da dívida TAG: 'Pago imediatamente, assunto encerrado.' Sobre Machado: 'A democracia deve retornar à Venezuela.'

Jara votará no domingo em Conchalí, aguardará os resultados no comando Londres 76 e prometeu ligar para Kast se ele vencer.

O que as pessoas estão dizendo

Discussões no X sobre o fechamento de campanha de Jeannette Jara em Coquimbo destacam seus ataques aos cortes fiscais 'clandestinos' de US$6 bilhões de José Antonio Kast, com apoiadores elogiando sua defesa dos gastos sociais e críticos comparando a baixa presença ao comício de Kast, enquanto mencionam controvérsias da dívida TAG e María Corina Machado. Veículos de notícia republicaram o artigo, gerando reações limitadas mas polarizadas em favor da transparência nos planos fiscais.

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