Split-screen illustration of Chilean candidates José Antonio Kast humanizing his humble roots and Jeannette Jara confronting him over past defenses, marking electoral franja start.
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Franja eleitoral começa com Kast destacando origens simples e Jara atacando de frente

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No domingo, 15 dias antes do segundo turno presidencial de 2025, José Antonio Kast e Jeannette Jara lançaram seus segmentos de propaganda eleitoral com mensagens contrastantes. Kast buscou humanizar sua imagem falando de sua criação humilde, enquanto Jara confrontou diretamente seu rival ao recordar sua defesa de Miguel Krassnoff. As transmissões sinalizam o início da reta final da campanha no Chile.

O período de propaganda eleitoral para o segundo turno presidencial de 2025 começou no domingo, 1º de dezembro de 2025, com os candidatos José Antonio Kast do Partido Republicano e Jeannette Jara do pacto Unidad por Chile e DC apresentando abordagens diferenciadas em seus segmentos de cinco minutos.

Kast abriu o espaço em uma conversa com mulheres idosas que lhe disseram: «Gostamos das suas propostas, mas não nos sentimos representadas por você porque você parece cuico». O porta-estandarte da oposição respondeu destacando suas «origens simples», notando que mora em Buin e que seus pais vieram de origens humildes. Ele contou a história da alemã que o criou, cuja família judia sofreu sob os nazistas, para refutar acusações de ser «judeu e nazista». «Vocês não conhecem minhas origens, não conhecem minha criação», afirmou. O segmento incluiu imagens de Kast vendendo legumes em uma feira de agricultores e um ranking dos «cinco hits de Kast», com o segundo lugar para «Te Amo, PGU», aludindo à Pensão Garantida Universal que Jara defendeu como ex-ministra do Trabalho, reafirmando seu compromisso com o benefício.

Em contraste, Jara focou sua mensagem em promessas de saúde, moradia e segurança, mas dedicou parte do tempo a atacar Kast. Ela mostrou clipes de uma velha entrevista em que ele expressou o desejo de perdoar prisioneiros de Punta Peuco e se opôs à educação gratuita. Um jovem narrou: «Miguel Krassnoff matou meu avô Sergio... Kast o visita. E se ele ganhar, quer perdoá-lo». Krassnoff, ex-oficial militar condenado por crimes contra a humanidade, foi defendido por Kast. Jara prometeu reduzir as listas de espera na saúde, uma estratégia contra o câncer e cobrir o pagamento inicial total para primeiras casas para pessoas de 25 a 40 anos, uma ideia de Evelyn Matthei. Ela encerrou de Valparaíso, enfatizando fazer as contas fechar e combater o crime.

Enquanto isso, Jara lançou sua campanha de segundo turno afirmando que «esta eleição está completamente aberta» e «o resultado é completamente imprevisível». Ela recordou superar previsões adversas na reforma trabalhista, primária e primeiro turno, chamando para «trabalhar duro» pelo Chile. Sua equipe, com porta-vozes como Francisco Vidal e Paulina Vodanovic, rejeitou narrativas de derrota, criticando economistas como José Luis Daza por possíveis cortes na PGU, comparando com as políticas de Javier Milei na Argentina.

O que as pessoas estão dizendo

As reações no X ao início da franja eleitoral destacam a narrativa humanizadora de Kast sobre origens humildes e unidade, elogiada por apoiadores por conectar com chilenos comuns. Os ataques diretos de Jara referenciando Krassnoff e a era da ditadura atraem críticas por serem divisivos e reminiscentes de campanhas passadas fracassadas como 1988, embora seus apoiadores enfatizem propostas de moradia, saúde e proteção de ganhos sociais. Observadores neutros notam estratégias contrastantes: histórias pessoais e positivos de Kast versus lembretes confrontacionais de Jara.

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