Piloto da Latam é preso por liderar rede de pedofilia em São Paulo

O piloto Sérgio Antônio Lopes, de 60 anos, foi preso na manhã desta segunda-feira (9/2) dentro de uma aeronave no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, suspeito de chefiar uma rede de exploração sexual de crianças e adolescentes. A prisão ocorreu durante o embarque do voo LA3900 para o Rio de Janeiro, como parte da Operação Apertem os Cintos. Autoridades identificaram pelo menos 10 vítimas nos últimos oito anos.

A Polícia Civil de São Paulo realizou a prisão de Sérgio Antônio Lopes de forma estratégica, dentro da cabine do voo LA3900 da Latam, no Aeroporto de Congonhas, zona sul da capital. A delegada Luciana Peixoto, do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), explicou que o local foi escolhido porque seria considerado seguro pelo suspeito, garantindo que ele estivesse desprevenido e com provas dos crimes.

Inicialmente, Lopes negou envolvimento na rede de pedofilia, mas admitiu os atos ao ser confrontado com nomes de três vítimas e fotos de cunho sexual em seu celular, que ele desbloqueou para as autoridades. O piloto, casado, aproximava-se de mulheres perguntando sobre filhos e oferecendo relacionamentos extraconjugais. Ele pagava entre R$ 30 e R$ 100, além de remédios e aluguel, a mães e responsáveis para abusar de menores. Em outubro do ano passado, efetuou pagamentos de R$ 50 a R$ 100 a mães e avós para cometer abusos.

A Operação Apertem os Cintos, da 4ª Delegacia de Repressão à Pedofilia, cumpriu oito mandados de busca e apreensão contra quatro investigados em São Paulo e Guararema. Uma mulher de 55 anos também foi presa por 'vender' suas netas de 10, 12 e 14 anos ao piloto. O inquérito, iniciado em outubro de 2024, identificou três vítimas de 11, 12 e 15 anos submetidas a graves explorações. Lopes usava documentos falsos para levar crianças a motéis e é suspeito de coordenar uma rede com outros homens; celulares serão periciados.

A Latam, em nota, informou que abriu apuração interna e repudia veementemente ações criminosas, colaborando com as autoridades. O voo operou normalmente após a prisão.

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