O presidente Gustavo Petro enfatizou que as empresas devem permitir a entrada de inspetores do Ministério do Trabalho, sob pena de multas. Isso surgiu após uma queixa sobre a recusa inicial da Alpina em inspecionar sua fábrica em Sopó, Cundinamarca. Os inspetores finalmente obtiveram acesso por volta do meio-dia.
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, interveio publicamente em um caso de inspeção trabalhista, dirigindo-se diretamente à Alpina por meio de sua conta no X. Em sua mensagem, Petro declarou: «Senhores da Alpina, a entrada de inspetores do trabalho é peremptória e está prevista em lei, não se exponham a sanções». Isso ocorreu em meio a relatos de que a empresa havia bloqueado funcionários do Ministério do Trabalho de entrar em sua fábrica em Sopó, Cundinamarca. nnFabio Arias Giraldo, presidente da Central Unitaria de Trabajadores (CUT) da Colômbia, confirmou o bloqueio inicial e o qualificou como ilegal. Giraldo observou que a inspeção decorria de queixas apresentadas por trabalhadores da fábrica. «Não havia sido permitido, à empresa Alpina, o ingresso dos funcionários do Ministério do Trabalho na fábrica de Sopó», detalhou. A CUT exigiu acesso para verificar as condições de trabalho. nnAlgumas horas depois, por volta das 12:00, o Ministério do Trabalho entrou com sucesso nas instalações para realizar a inspeção. Petro reiterou a necessidade de cumprir as regulamentações trabalhistas, observando que a recusa poderia resultar em penalidades para a empresa. Este incidente destaca o papel do governo na salvaguarda dos direitos dos trabalhadores por meio de inspeções rotineiras e baseadas em queixas.