África do Sul assina acordo comercial de frutas cítricas com a China

A África do Sul assinou um acordo comercial histórico com a China para flexibilizar os protocolos fitossanitários para a exportação de frutas cítricas. O ministro da Agricultura, John Steenhuisen, afirmou que as normas revisadas permitirão que produtos mais frescos cheguem aos mercados chineses. Espera-se que o acordo agilize as exportações e reduza custos.

Em uma cerimônia de assinatura em Pretória, a África do Sul e a China concordaram com protocolos fitossanitários atualizados para a exportação de frutas cítricas. As novas regras flexibilizam significativamente as exigências anteriores de tratamento a frio, que envolviam temperaturas próximas ao congelamento por períodos prolongados. Essas mudanças haviam prejudicado anteriormente a qualidade das frutas e elevado os custos, mas as revisões minimizam os riscos de pragas preservando a frescura.

O ministro da Agricultura, John Steenhuisen, descreveu o acordo como um divisor de águas. "Estou muito entusiasmado. Isso vai agilizar e reduzir muitas das fricções que acompanham a exportação para um país como a China", disse ele. Ele observou que, a partir de 1º de maio, a África do Sul terá acesso com tarifa zero ao mercado chinês, beneficiando sua produção em contra-temporada.

O embaixador da China, Wu Peng, destacou os ganhos mútuos. "O documento fortalecerá a segurança fitossanitária, reduzirá significativamente a duração do tratamento a frio e diminuirá as exigências de temperatura", afirmou ele, acrescentando que isso reduzirá o consumo de energia e os custos de transporte, tornando as frutas cítricas sul-africanas mais competitivas.

A África do Sul é o segundo maior exportador mundial de frutas cítricas, atrás apenas da Espanha. O setor é a principal exportação agrícola do país, sustentando mais de 140.000 empregos e gerando R$ 34 bilhões em receita estrangeira por temporada. O vice-presidente da Associação de Produtores de Frutas Cítricas, Hannes de Waal, elogiou a flexibilização, dizendo que ela simplifica a logística e pode aumentar o número de parceiros de exportação para a China.

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