Antibióticos
Estudo descobre que ácido madecássico, composto de Centella usado em cuidados com a pele, pode inibir E. coli resistente a medicamentos em testes de laboratório
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Pesquisadores da Universidade de Kent, em colaboração com a University College London, relatam que o ácido madecássico — um composto derivado da erva medicinal Centella asiatica e amplamente utilizado em produtos de cuidados com a pele — pode inibir o crescimento de E. coli resistente a antibióticos ao atingir um sistema respiratório bacteriano inexistente em humanos ou outros animais.
O cirurgião britânico Ara Darzi disse na conferência WIRED Health que a inteligência artificial está pronta para revolucionar o diagnóstico e o tratamento de infecções resistentes a medicamentos. Ele alertou que incentivos insuficientes podem impedir que essas inovações cheguem aos pacientes. A resistência a antibióticos já causa mais de um milhão de mortes em todo o mundo a cada ano.
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Pesquisadores do Caltech descobriram como os vírus infectam bactérias ao desativar uma proteína chave chamada MurJ, essencial para a construção da parede celular. Esse mecanismo, revelado por imagens de alta resolução, sugere uma nova abordagem para combater superbactérias resistentes a antibióticos. As descobertas destacam a evolução convergente em vírus não relacionados que bloqueiam o MurJ de forma semelhante.
Cientistas capturaram as primeiras imagens detalhadas revelando como o antibiótico comum rifampicina perturba bactérias E. coli em nível molecular. Usando tomografia crioeletrônica avançada, pesquisadores visualizaram o medicamento se ligando à maquinaria bacteriana, interrompendo o crescimento. As descobertas, publicadas na Nature, oferecem novas perspectivas sobre mecanismos de antibióticos.