Belém
Cop30 termina em Belém com avanços limitados no clima
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A Cop30 concluiu em Belém no sábado (22) com decisões sobre adaptação climática, financiamento e direitos indígenas, mas sem acordos para eliminar combustíveis fósseis ou desmatamento. A conferência, primeira no Brasil, atraiu participantes de mais de 190 países e revitalizou o patrimônio histórico da cidade. Apesar de frustrações, afetados pela crise climática destacam a importância de persistir no fórum.
Durante a COP30 em Belém, o Restaurante da Sociobio ofereceu refeições preparadas com ingredientes da agricultura familiar local, servindo cerca de 52 mil pratos aos participantes. A iniciativa inédita destacou conceitos de alimentação saudável, sustentável e solidária. Ao todo, foram compradas 100 toneladas de alimentos de mais de 50 organizações agroecológicas.
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A Cop30, conferência da ONU sobre mudanças climáticas em Belém, encerrou-se no sábado (22) com quase 27 horas de atraso, após negociações tensas que resultaram em um acordo final sem o plano brasileiro para redução de combustíveis fósseis. O texto avançou em financiamento para adaptação e reconheceu papéis de comunidades indígenas e afrodescendentes, mas decepcionou ONGs pela falta de ambição em emissões. Tensões marcaram a plenária final, com críticas da Colômbia e defesa da presidência brasileira.
Dois especialistas debatem se as Conferências das Partes (COPs) da ONU sobre mudanças climáticas têm alcançado seus objetivos, em meio à proximidade da COP30 em Belém. Enquanto um argumenta que houve avanços significativos, o outro critica a falta de cumprimento de promessas. A conferência começa em 10 de novembro de 2025, no coração da Amazônia.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva agenda nove reuniões bilaterais para esta quarta-feira (5) em Belém, na véspera da cúpula de líderes mundiais da COP30. Entre os destaques, encontros com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o vice-primeiro-ministro chinês, Ding Xuexiang. As conversas ocorrem no Museu Paraense Emílio Goeldi, focando em negociações climáticas e relações bilaterais.