mudanças climáticas
Novos estudos indicam que ventos mais fortes e o aquecimento das águas profundas dos oceanos desencadearam um declínio acentuado no gelo marinho da Antártida desde 2016. Anteriormente em expansão, o gelo atingiu um recorde em 2014 antes de cair para mínimas históricas. Pesquisadores associam essa mudança à ressurgência de águas profundas circumpolares impulsionada pelo vento.
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Baseando-se em estudos recentes como a análise de Stefan Rahmstorf et al. que mostra o duplicar da taxa de aquecimento da Terra para ~0,36 °C por década desde 2014, os cientistas discordam se as reduções na poluição por aerossóis ou flutuações naturais estão a impulsionar o aceleramento. Quase todos concordam que o aquecimento acelerou, mas as opiniões diferem quanto às causas, taxa e trajetória futura — com implicações para a sensibilidade climática e adaptação.
Uma enorme floração de algas devastou a vida marinha no sul da Austrália nos últimos oito meses, matando cerca de um milhão de animais de mais de 550 espécies. Pesquisadores identificaram o culpado como Karenia cristata, uma espécie que produz uma toxina recém-descoberta que pode se espalhar pelo mundo. O evento, um dos mais destrutivos já registrados, levanta preocupações sobre ameaças emergentes aos oceanos globais.
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Nova pesquisa sugere que as mudanças climáticas aumentaram a probabilidade do furacão Melissa em quatro vezes. A tempestade, alimentada por temperaturas oceânicas incomumente quentes, está entre os piores furacões já registrados.