Criptomoedas
Banco Master realizou R$ 2,8 bi em câmbio para empresa ligada ao PCC
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O Banco Master, quando ainda chamado Máxima, efetuou remessas de US$ 531 milhões, equivalentes a R$ 2,8 bilhões, para a One World Services (OWS), empresa investigada por lavagem de dinheiro para o PCC e o Hezbollah. As transações ocorreram entre dezembro de 2018 e abril de 2021, com indícios de irregularidades na documentação. O banco firmou acordo com o Banco Central, que encerrou a apuração administrativa sem reconhecer irregularidades.
Caroline Ellison, outrora figura-chave no império cripto da FTX, foi libertada da custódia federal após cumprir cerca de 14 meses de uma sentença de dois anos por seu papel em uma fraude massiva. A mulher de 31 anos, que liderava o braço de trading da FTX e tinha um romance com o fundador Sam Bankman-Fried, cooperou extensivamente com os promotores contra seu ex-parceiro. Sua liberação marca um fechamento discreto para um dos maiores escândalos financeiros da história dos EUA.
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Sete deputados trabalhistas seniores pediram ao governo do Reino Unido que proíba doações políticas feitas em criptomoeda, citando riscos à integridade democrática. Eles argumentam que tais transações são difíceis de rastrear e poderiam permitir interferência estrangeira. A pressão surge em meio a planos do governo para lidar com o problema, embora uma proibição total possa não chegar a tempo para a legislação vindoura.