Depressão

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Smiling patient with vagus nerve stimulator scar in lab viewing RECOVER trial data on depression recovery.
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RECOVER trial suggests vagus nerve stimulation benefits some patients with severe treatment-resistant depression for at least two years

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An implanted device that stimulates the vagus nerve was associated with sustained improvements in symptoms, functioning and quality of life among adults with long-standing, treatment-resistant major depression, according to researchers reporting two-year follow-up data from the ongoing RECOVER study led by Washington University School of Medicine in St. Louis.

Pesquisadores da Universidade de Victoria descobriram que a proteína Reelin pode ajudar a reparar o intestino permeável causado por estresse crônico e aliviar sintomas de depressão. Uma única injeção restaurou os níveis de Reelin em modelos pré-clínicos, mostrando efeitos antidepressivos. As descobertas destacam a conexão intestino-cérebro na saúde mental.

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Uma meta-análise internacional com quase 24 mil idosos revela que o apoio emocional reduz sintomas depressivos na velhice, mais do que a ajuda prática no dia a dia. A pesquisa, publicada no American Journal of Epidemiology, analisou dados de 11 estudos em diversos países, incluindo o Brasil. Especialistas destacam a importância de vínculos afetivos para a saúde mental dos idosos.

Neurocientistas da Universidade Columbia e da Universidade McGill descobriram que níveis elevados da proteína relacionada ao estresse SGK1 estão associados à depressão e ao comportamento suicida em pessoas que experimentaram adversidades na infância. Essa descoberta sugere potencial para novos antidepressivos que visam a SGK1, particularmente para aqueles resistentes aos tratamentos atuais. A pesquisa destaca como o trauma precoce altera a química cerebral de forma diferente de outras formas de depressão.

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Pesquisadores da Universidade McGill e do Instituto Douglas identificaram dois tipos de células cerebrais alteradas em pessoas com depressão. Usando análise genômica avançada em tecido cerebral pós-morte, eles encontraram disrupções genéticas em neurônios excitatórios e micróglia. As descobertas, publicadas na Nature Genetics, podem levar a tratamentos mais direcionados para a condição que afeta mais de 264 milhões de pessoas em todo o mundo.

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