Ciências da Terra

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Cientistas descobriram como um depósito promissor de nióbio se formou nas profundezas do centro da Austrália há mais de 800 milhões de anos. As descobertas ligam as origens do metal à ruptura do antigo supercontinente Rodinia. O nióbio desempenha um papel chave no fortalecimento do aço e no avanço de tecnologias de energia limpa.

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Modelagem do antigo ciclo de carbono da Terra revela que os arcos vulcânicos só se tornaram uma fonte dominante de emissões de gases de efeito estufa no final da era dos dinossauros. Essa mudança ocorreu há cerca de 100 milhões de anos, impulsionada pelo surgimento de certos plâncton oceânico 150 milhões de anos antes. Anteriormente, a maior parte do carbono era liberada por processos de rifteamento em vez de atividade vulcânica.

Pesquisadores da University of California, Davis, descobriram que falhas de terremotos profundas podem se curar em poucas horas, desafiando modelos existentes de atividade sísmica. Essa descoberta, baseada em estudos de eventos de deslizamento lento na Cascadia Subduction Zone, sugere que grãos minerais se soldam sob alta pressão e calor. Os achados podem reformular como os cientistas preveem grandes terremotos.

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Cientistas propuseram um novo modelo para duas estruturas massivas no interior profundo da Terra, sugerindo que se formaram a partir de material do núcleo vazando para o manto bilhões de anos atrás. Esse processo pode ter influenciado a habitabilidade da Terra ao impedir uma forte estratificação química após sua fase antiga de oceano de magma. As descobertas, publicadas na Nature Geoscience, ligam essas características à evolução única do planeta em comparação com Vênus e Marte.

 

 

 

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