Grounded Magnicharters airplane at Mexican airport with AFAC suspension notice and worried passengers amid solvency crisis.
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AFAC alerta a Magnicharters sobre revogação de concessão devido a problemas de solvência

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A Agência Federal de Aviação Civil (AFAC) do México suspendeu temporariamente o Certificado de Operador Aéreo (COA) da Magnicharters após a companhia aérea interromper unilateralmente suas operações em 11 de abril. A agência concederá um prazo para que a transportadora apresente um plano para sanar os problemas financeiros identificados em janeiro, sob risco de revogação permanente de sua concessão. Um plano de emergência está auxiliando os passageiros afetados.

A Magnicharters suspendeu unilateralmente todas as suas operações em 11 de abril por duas semanas, conforme anunciado pela própria companhia. Isso levou a AFAC a impor uma suspensão temporária do seu Certificado de Operador Aéreo (COA), impedindo a venda de passagens e a realização de voos comerciais.

Em janeiro de 2026, a AFAC realizou uma Verificação Técnica Administrativa (VTA) nos termos do Artigo 84 da Lei de Aviação Civil. A auditoria confirmou o cumprimento das medidas de segurança operacional, mas identificou deficiências financeiras que a companhia aérea deve sanar para comprovar sua solvência.

A Secretaria de Infraestrutura, Comunicações e Transportes (SICT) afirmou que a falta de capacidade financeira identificada pode representar riscos à segurança operacional; portanto, a Magnicharters receberá um prazo para submeter um plano que corrija as falhas e garanta operações seguras. A falha em demonstrar a solvência exigida resultará na revogação permanente do título de concessão e do COA, encerrando as atividades comerciais da empresa.

Um plano de apoio emergencial para passageiros retidos está ativo, coordenado com outras companhias aéreas, grupos aeroportuários e o governo de Quintana Roo. A presidente Claudia Sheinbaum observou, em 13 de abril, que os clientes foram realocados em voos de retorno por outras operadoras. O chefe da Profeco, Iván Escalante, criticou os balcões de atendimento vazios nos aeroportos e a falta de resposta na linha de atendimento ao cliente.

Fundada há mais de 42 anos por Augusto Bojórquez e Luis Bojórquez Maza como Grupo Aéreo Monterrey, a Magnicharters opera 12 aeronaves Boeing 737 para destinos de praia como Cancún e Huatulco. A companhia transportou 208.583 passageiros em 2025 e 20.558 entre janeiro e fevereiro de 2026.

O que as pessoas estão dizendo

As discussões no X destacam a suspensão temporária do COA da Magnicharters pela AFAC devido a problemas financeiros detectados em janeiro, com avisos de revogação permanente caso a insolvência persista. Os passageiros expressam frustração com voos cancelados, reembolsos não pagos e reservas futuras, marcando a Profeco e as autoridades em busca de suporte. Usuários criticam os reguladores pela demora na ação, permitindo que a empresa continuasse operando após a auditoria de janeiro. A mídia e especialistas em aviação relatam a crise de forma neutra, comparando-a a falências de companhias aéreas anteriores, como a Interjet. O sentimento predominante é de crítica à empresa aérea e ceticismo em relação à supervisão governamental.

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