O governo regional de Madri aprovou hoje uma lei que reconhece o embrião como membro da família, com o respaldo do Vox e críticas da oposição.
O Partido Popular de Isabel Díaz Ayuso aprovou hoje sua lei sobre o nascituro na sessão plenária. A medida foi aprovada com votos favoráveis do Vox.
A Mesa da Assembleia de Vallecas havia suspendido a tramitação em 17 de junho devido a um vício formal, o que levou à aprovação final em um plenário extraordinário. A lei reconhece o embrião como membro da unidade familiar e permite que as mulheres solicitem auxílios e benefícios fiscais assim que a gravidez for comprovada.
Famílias com dois filhos que esperam o terceiro poderão acessar o título de família numerosa a partir da 14ª semana de gestação, entrando em vigor seis meses após a publicação da norma. O porta-voz do governo regional, Miguel Ángel García Martín, afirmou que é uma lei a favor e que não entra em conflito com nenhum outro texto legal.
A oposição, composta pelo PSOE e pelo Más Madrid, criticou a medida. A socialista Lorena Morales classificou a lei como um remendo jurídico e observou que ela não ajuda as mulheres nem as crianças.