Oito dos doze municípios do Noroeste que tiveram sua cota-parte equitativa retida pelo Tesouro Nacional se comprometeram a resolver seus problemas financeiros. Os compromissos levaram à liberação parcial de verbas, com a expectativa de que as alocações integrais ocorram em breve. Autoridades provinciais acompanharão os planos de recuperação.
Oito municípios da província do Noroeste se comprometeram a cumprir as exigências do Tesouro Nacional durante uma reunião convocada pelo MEC provincial do Tesouro e pelo MEC de CoGHSTA. O chefe do departamento provincial de Governança Cooperativa, Ben Bole, afirmou que os municípios, incluindo seus gestores e diretores financeiros, prometeram atender às condições para que 100 por cento da cota-parte equitativa retida possa ser liberada.
Bole acrescentou que o monitoramento dos planos de recuperação continuará. O Tesouro Nacional havia retido os recursos devido à má gestão financeira, governança precária e descumprimento de normas financeiras.
Alguns moradores receberam bem as medidas de prestação de contas. Um morador destacou falhas recorrentes na prestação de serviços e a falta de responsabilidade pela má gestão. Outro apontou problemas de drenagem, falta de água e estradas esburacadas em bairros periféricos, afirmando que o dinheiro da cota-parte equitativa deveria ter resolvido essas questões.