Empregadores são aconselhados a evitar demissões com a alta dos custos de combustível

Empregadores sul-africanos estão sendo aconselhados a evitar demissões, apesar do aumento nos preços dos combustíveis causado pelo conflito no Oriente Médio. Especialistas descrevem a situação como um choque temporário no preço do petróleo, e não como uma crise econômica completa. Eles recomendam medidas de curto prazo, como o trabalho híbrido, em vez de cortes permanentes de vagas.

Um webinar organizado pela Cliffe Dekker Hofmeyr destacou a necessidade de respostas cautelosas aos preços mais altos da gasolina. Aadil Patel, chefe da prática na empresa, e Annabel Bishop, economista-chefe da Investec, afirmaram que o choque atual difere da crise financeira de 2008 ou da pandemia de Covid-19.

Bishop observou que os mercados financeiros não entraram em colapso e descreveu o evento como um clássico choque de oferta no preço do petróleo. Ela acrescentou que, até o momento, não se espera uma recessão, embora um conflito prolongado possa afetar o fornecimento de petróleo.

Patel pediu que os empregadores utilizem as lições de crises passadas e considerem acordos temporários de trabalho remoto ou híbrido. Ele enfatizou que tais políticas devem ter prazo determinado e ser redigidas claramente para evitar que se tornem termos permanentes de emprego.

O professor Waldo Krugell, da North-West University, apoiou modelos híbridos para reduzir os custos de deslocamento, embora tenha feito um alerta contra configurações totalmente remotas que poderiam prejudicar o engajamento e a cultura da empresa. A discussão também abordou a educação financeira para funcionários que enfrentam despesas de vida mais elevadas.

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