A extradição de Pipe Tuluá leva a reforço de segurança em Tuluá

A extradição para os Estados Unidos de Andrés Felipe Marín Silva, alias 'Pipe Tuluá', líder da gangue La Inmaculada, provocou um reforço de segurança em Tuluá, Valle del Cauca. Autoridades locais e nacionais coordenam esforços para prevenir perturbações à ordem pública. Enquanto isso, surgem alegações de financiamento ilegal à campanha presidencial de Gustavo Petro em 2022.

A extradição de Andrés Felipe Marín Silva, conhecido como 'Pipe Tuluá', para os Estados Unidos em 4 de fevereiro de 2026, desencadeou medidas imediatas em Tuluá, um município do Valle del Cauca. As autoridades, incluindo a Prefeitura de Tuluá, o Governo do Valle del Cauca, a Polícia Nacional e o Exército Nacional, intensificaram os controles em pontos chave da cidade para garantir a tranquilidade dos cidadãos e prevenir possíveis perturbações à ordem pública. A Brigadiera General Sandra Liliana Rodríguez Castro, comandante do Departamento de Polícia do Valle, explicou que os controles conjuntos entre o Exército e a Polícia foram reforçados. 'Essas ações visam prevenir atos criminosos e reforçar a presença institucional em diferentes setores do município', afirmou a oficial. A governadora Dilian Francisca Toro atribuiu a extradição ao plano de intervenção lançado em 2025, em colaboração com a Força Pública e o Ministério Público, para desmantelar a gangue La Inmaculada. 'A extradição de “Pipe Tuluá” não é suficiente. Continuaremos trabalhando para capturar aqueles que continuam cometendo crimes, iremos atrás de seus bens, propriedades e empresas onde escondem o dinheiro que roubaram dos tuluanos por meio de extorsões', afirmou Toro. A 'Megatoma de segurança' em Tuluá continua, com ênfase no centro do Valle del Cauca. Em paralelo, a extradição alimentou alegações de contribuições ilegais de 'Pipe Tuluá' à campanha presidencial de Gustavo Petro em 2022, supostamente através de seu irmão Juan Fernando Petro. A pré-candidata Vicky Dávila divulgou um áudio no qual o extraditado afirma ter provas, incluindo áudios, vídeos e transferências. O representante Víctor Manuel Salcedo solicitou uma investigação exaustiva à procuradora-geral Luz Adriana Camargo. 'Esperamos que haja uma investigação séria e minuciosa sobre algo tão delicado como essa acusação', disse Salcedo. A Rede de Veedurías Ciudadanas apresentou uma queixa à Comissão de Acusações da Câmara de Representantes por possível financiamento proibido, tráfico de influência e conspiração para cometer crime. Petro negou qualquer ligação: 'Esses chantagens não funcionam comigo. Não fui eleito por assassinos, mas pelo voto livre do povo.' Juan Fernando Petro descreveu as acusações como uma 'montagem e chantagem', afirmando: 'Nunca recebi dinheiro desse homem nem me sentei com ele.' Este caso destaca tensões na segurança regional e na transparência eleitoral na Colômbia.

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