Brazilian Finance Minister Fernando Haddad speaks at a press conference, criticizing unsustainable 10% interest rates before the Copom meeting, with economic charts in the background.
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Haddad critica taxa de juros do banco central antes de reunião do copom

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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que, se fosse diretor do Banco Central, votaria pela redução dos juros, criticando a taxa real de 10% ao ano como insustentável. A declaração ocorreu na terça-feira, 4 de novembro de 2025, um dia antes da reunião do Copom. Analistas veem a crítica como contraproducente para o governo e a economia.

Fernando Haddad, ministro da Fazenda, declarou na terça-feira, 4 de novembro de 2025, que a taxa real de juros de 10% ao ano 'não se sustenta'. Ele afirmou: 'Se fosse diretor do BC, votaria pela queda dos juros'. A fala veio antes da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para quarta-feira, que decidiria sobre a taxa Selic, atualmente em 15%.

No Banco Central, Haddad argumentou que manter a Selic elevada poderia agravar o aumento da dívida pública, reduzir o crescimento econômico e estagnar a desigualdade de renda. No entanto, o colunista Vinicius Torres Freire criticou a posição, alertando que um corte na Selic não teria efeito significativo no desempenho econômico de 2026 e poderia provocar fuga de capitais, alta do dólar e aumento de juros em outros prazos. Ele destacou que a inflação esperada para 2027 é de 3,8%, acima da meta de 3%, e que a inflação atual varia entre 4,5% e 5%.

Leitores da Folha ecoaram opiniões divididas. Carlos Amorim sugeriu que, se Haddad controlasse os gastos públicos, o Banco Central reduziria os juros, mas alertou para o ano eleitoral. Luciano Prado chamou a estratégia do BC de contraditória, beneficiando especuladores da Faria Lima com a Selic em 15%.

Bernardo Guimarães explicou que a Selic afeta mais o crédito para pessoas jurídicas, com impacto limitado em modalidades como cheque especial (limitado a 8% ao mês), cartão de crédito (até 400% ao ano) e poupança (atrelada à TR em 1,8%). Créditos rurais e do BNDES também são pouco influenciados. A dívida pública deve subir de 72% para 83% do PIB sob Lula 3, segundo Freire.

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