Pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Indiana identificaram a enzima IDOL como um possível novo alvo para o tratamento da doença de Alzheimer. Estudos laboratoriais mostraram que a remoção da enzima de neurônios reduziu as placas amiloides e melhorou a comunicação entre as células cerebrais.
As descobertas, publicadas na revista Alzheimer's & Dementia, são provenientes de experimentos que utilizaram modelos animais da doença. A deleção do gene IDOL em neurônios diminuiu os níveis de placas e reduziu a apolipoproteína E, uma proteína associada a um maior risco de Alzheimer. Os efeitos foram mais fortes nos neurônios do que na microglia, as células de defesa do cérebro, contrariando as expectativas iniciais.