A Kenya Revenue Authority (KRA) explicou seu processo de triagem de bagagem de passageiros que chegam em voos internacionais. O órgão destacou os itens restritos que exigem licenças especiais e os bens proibidos que não são permitidos. Os viajantes são aconselhados a declarar os itens de forma transparente e portar a documentação adequada.
A Kenya Revenue Authority (KRA) detalhou seus procedimentos para a triagem de bagagens de passageiros na chegada de voos internacionais. Um oficial da alfândega da KRA explicou que cada mala é escaneada por razões de segurança por funcionários da KRA no aeroporto. A bagagem passa por uma triagem primária inicialmente, com itens suspeitos sendo submetidos a escaneamentos 3D avançados, afirmou o oficial em uma entrevista ao podcast Iko Nini. Itens restritos, como armas, drones e medicamentos, são permitidos no Quênia apenas com permissões ou prescrições específicas. Drones exigem autorização da Kenya Civil Aviation Authority (KCAA), pois podem ser usados para vigilância em tempos de guerra, declarou a KRA. Itens proibidos, principalmente drogas pesadas, não são permitidos. Passageiros podem trazer itens pessoais no valor de até 2000 dólares sem impostos. Itens que excedam esse valor ou que se destinem ao comércio são tributados, mesmo que abaixo de 2000 dólares. A KRA monitora as quantidades e sinaliza bagagens incomumente grandes para verificação. O órgão instou os viajantes a declarar os itens honestamente, obter licenças para bens restritos e evitar os proibidos para uma entrada tranquila. O oficial da alfândega observou: 'Verificamos os itens restritos, que são coisas permitidas no país, mas controladas. Por exemplo, armas e drogas também podem entrar, desde que tenham uma prescrição'. A KRA acrescentou: 'Basicamente, se seus itens estiverem abaixo de 2000 dólares e forem de uso pessoal, não cobramos impostos. No entanto, se você transportar itens abaixo de 2000 dólares, mas destinados ao comércio, nós o tributaremos porque não é um item de uso pessoal'.