Presidente declara alerta sanitário devido às filas de espera oncológicas

O presidente José Antonio Kast assinou um decreto declarando alerta sanitário devido à emergência nas filas de espera oncológicas, que afeta mais de 27.000 pacientes. A medida concede poderes extraordinários às autoridades de saúde para agilizar compras e colaborações público-privadas. O objetivo é reduzir atrasos que variam de uma média de 76,8 a 332 dias.

No final da semana passada, o presidente José Antonio Kast assinou o decreto que declara alerta sanitário para a emergência de saúde pública ligada aos atrasos no atendimento oncológico, conforme relatado pelo jornal La Tercera. O anúncio foi feito no Cesfam José Alvo, em La Florida, ao lado da ministra da Saúde, May Chomali. O decreto, que ainda está sob análise da Contraloría, concede poderes extraordinários à Subsecretaría de Salud Pública, Subsecretaría de Redes Asistenciales, Servicios de Salud, Fonasa e Cenabast para fortalecer a colaboração público-privada e agilizar a contratação de serviços do setor privado, a contratação de pessoal e a distribuição de medicamentos. Além disso, será criado um Comitê Operacional Nacional para propor e monitorar um plano para resolver as filas de espera oncológicas não cobertas pelo GES e os atrasos nas garantias GES. O Ministério da Saúde informa que há 7.716 pacientes em listas não GES e 19.613 com atrasos no GES, com médias de 76,8 dias para o GES e até 322 ou 332 dias para os casos não GES. Os cânceres com maiores atrasos são o de colo do útero, colorretal, mama, gástrico e próstata, que representam 82% dos casos. A ministra Chomali afirmou que o alerta proporciona “maior flexibilidade para movimentar recursos”. O ex-ministro da Saúde Enrique Paris explicou que a medida transforma o problema em uma “emergência de Estado” para aumentar a capacidade de resolução e prevenir mortes. A medida foi bem recebida: Alicia Aravena, do Observatório do Câncer, observou que ela reflete um “trabalho sustentado da sociedade civil desde 2023”, e Carolina Goic, do Fórum Nacional do Câncer, classificou a decisão como “uma notícia muito boa” para os pacientes que aguardam diagnóstico ou tratamento.

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