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Photorealistic illustration of long-term breast cancer vaccine trial survivors linked to CD27 immune memory, with lab research elements.
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Décadas após um pequeno ensaio de vacina contra câncer de mama, pesquisadores ligam memória imunológica duradoura a CD27

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Mais de 20 anos após um pequeno ensaio clínico liderado pela Duke testar uma vacina experimental contra câncer de mama, a Duke Health diz que todas as mulheres participantes ainda estão vivas—um resultado que os pesquisadores descrevem como incomum para doença metastática. Análises de acompanhamento encontraram células imunes de longa duração marcadas por CD27, e experimentos em camundongos sugerem que estimular CD27 pode impulsionar o controle de tumores impulsionado pela vacina.

In an op-ed in Le Monde, Philippe Bergerot, president of the Ligue contre le cancer, criticizes the state's focus on curative care and advocates for local action in prevention ahead of municipal elections and World Cancer Day on February 4.

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Um ensaio aleatorizado mostra que administrar imunoterapia contra o cancro antes das 15h pode quase duplicar o tempo de sobrevivência para pacientes com cancro do pulmão de células não pequenas. Os investigadores encontraram benefícios significativos ao alinhar o tratamento com ritmos circadianos durante os ciclos iniciais. Isto marca a evidência mais forte até agora para a cronoterapia em oncologia.

Cientistas do Moffitt Cancer Center relatam o desenvolvimento de um método computacional, ALFA-K, que usa medições de células únicas longitudinais para inferir como ganhos e perdas de cromossomos inteiros podem moldar o caminho evolutivo de um tumor. O trabalho, publicado na Nature Communications, argumenta que essas mudanças cromossômicas em grande escala seguem padrões mensuráveis influenciados pelo contexto celular e estresse relacionado ao tratamento, em vez de se desenrolarem como pura aleatoriedade.

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Um novo estudo revela que o dano da quimioterapia no revestimento intestinal reconfigura inesperadamente o microbioma, produzindo um composto que fortalece as defesas imunitárias contra a disseminação do cancro. Este processo reduz células imunossupressoras e melhora a resistência à metástase, particularmente no fígado. Dados de pacientes ligam níveis mais elevados deste composto a uma melhor sobrevivência em casos de cancro colorretal.

Pesquisadores descobriram que um subproduto da vitamina A, o ácido retinóico all-trans, enfraquece a luta do sistema imunológico contra o câncer e reduz a eficácia de certas vacinas. Em estudos pré-clínicos, uma nova droga chamada KyA33 bloqueia essa via, melhorando respostas imunes e retardando o crescimento tumoral. As descobertas, de dois estudos, explicam um paradoxo de longa data sobre o papel da vitamina A no câncer.

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Cientistas da Northwestern Medicine desenvolveram um anticorpo que combate o disfarce à base de açúcar do câncer de pâncreas, permitindo que o sistema imunológico ataque os tumores de forma mais eficaz. Em estudos com camundongos, a terapia desacelerou o crescimento tumoral ao restaurar a atividade imune. A equipe está preparando o anticorpo para ensaios clínicos em humanos.

 

 

 

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