Prefeitura do Rio publica decreto que impede ongs de receberem emendas parlamentares

A Prefeitura do Rio de Janeiro publicou um decreto na terça-feira, 21 de julho de 2026, que proíbe organizações não governamentais de receberem verbas via emendas parlamentares.

O decreto faz parte de um pacote de cinco atos administrativos e se aplica às organizações sociais com contratos municipais. Ele determina ainda a criação de um órgão para gerenciar o cadastramento das ONGs junto à municipalidade e implementa um novo tipo de registro para entidades que prestam serviços ao poder executivo carioca.

A medida entra em vigor oito meses após investigações da Polícia Federal e auditorias da Controladoria-Geral da União que revelaram atividades suspeitas em organizações fluminenses. Entre os casos citados está a Con-tato, que movimentou mais de 130 milhões de reais em emendas entre 2019 e 2024 e está ligada aos irmãos Brazão, condenados em fevereiro de 2026.

O decreto inclui um período de transição para entidades que já recebem esses recursos. O objetivo é evitar conflitos de interesse e sobreposição de verbas públicas. Investigações anteriores, como a de 2018 envolvendo a OS Pró-Saúde, já haviam apontado desvios de cerca de 74 milhões de reais.

Artigos relacionados

Valdemar Costa Neto speaking at a press conference about denying irregularities in amendments and criticizing a court decision.
Imagem gerada por IA

Valdemar nega irregularidades em emendas e diz que decisão de Dino criminaliza política

Reportado por IA Imagem gerada por IA

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, negou irregularidades no direcionamento de emendas parlamentares após o ministro Flávio Dino, do STF, bloquear R$ 119 milhões em seus bens.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou neste domingo (14) a lei que institui o Marco Legal do Transporte Público Coletivo, com vetos a trechos que previam obrigações de financiamento para estados e municípios.

Reportado por IA

Ricardo Monreal explicou que a reforma constitucional aprovada pelo Congresso não valerá para as eleições de 2027, mas sim a partir da votação presidencial de 2030. A medida requer legislação secundária que não pode ser aprovada a tempo.

O MDB informou ao Supremo Tribunal Federal que não possui cotas ou mecanismos para alocar emendas parlamentares. A manifestação responde a declarações do presidente do PL, Valdemar Costa Neto.

Reportado por IA

A Câmara dos Deputados aprovou em 21 de julho de 2026 a maior parte do projeto de lei de Reconstrução Nacional promovido pelo governo do presidente José Antonio Kast. Apenas um artigo sobre compensações municipais foi enviado a uma comissão mista.

Este site usa cookies

Usamos cookies para análise para melhorar nosso site. Leia nossa política de privacidade para mais informações.
Recusar