Courtroom scene depicting X appealing a €120 million EU Digital Services Act fine, with lawyers, judges, and symbolic elements.
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X recorre multa de €120 milhões ($140 milhões) da UE pela Lei de Serviços Digitais

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X disse que recorreu de uma multa de €120 milhões ($140 milhões) imposta pela Comissão Europeia por violações de obrigações de transparência sob a Lei de Serviços Digitais da UE, o que pode se tornar o primeiro grande teste judicial do novo livro de regras para plataformas online do bloco.

X disse na sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026, que está contestando uma penalidade de €120 milhões ($140 milhões) imposta pela Comissão Europeia em 5 de dezembro de 2025 por violações da Lei de Serviços Digitais (DSA) da UE. nnA decisão da Comissão citou três violações relacionadas à transparência: o sistema de 'verificação azul' pago da plataforma, que reguladores disseram poder enganar usuários a pensar que contas foram verificadas de forma significativa; deficiências no repositório de anúncios do X; e restrições que, na visão da Comissão, impediram pesquisadores qualificados de acessar certos dados públicos para estudos independentes. nnX disse que apresentou recurso ao Tribunal Geral da UE e argumentou que o processo de execução foi falho. Em um comunicado postado pela equipe de Assuntos Governamentais Globais do X, a empresa disse que a decisão seguiu uma 'investigação incompleta e superficial', envolveu 'erros processuais graves' e refletiu o que chamou de interpretação distorcida da DSA e violações de direitos de defesa e garantias de devido processo. nnA Comissão descreveu o caso como a primeira decisão de não conformidade sob a DSA. Funcionários da UE enquadraram a ação como questão de aplicação de transparência, em vez de decisão visando visões específicas ou discurso político. nnCríticos da DSA, incluindo alguns grupos conservadores americanos e de defesa da liberdade de expressão, argumentam que a lei pode pressionar escolhas de moderação das plataformas e permite penalidades elevadas. A DSA permite que a Comissão multe plataformas online muito grandes em até 6% de seu faturamento anual global por certas infrações. nnAlliance Defending Freedom (ADF) International apoiou o recurso do X. Adina Portaru, conselheira europeia sênior da ADF International, disse que o caso levanta preocupações sobre o papel da Comissão em definir e impor regras de plataformas, chamando a ação contra o X de 'repressão' a uma 'plataforma de livre expressão' e alertando para precedente mais amplo de regulação de discurso. nnA ADF International organizou oposição anterior à DSA, incluindo uma carta de outubro de 2025 assinada por mais de 100 ativistas pedindo à Comissão para reconsiderar a lei. ADF International e outros críticos dizem que a resposta subsequente da Comissão caracterizou a DSA como 'neutra em conteúdo', ponto contestado pelo grupo. nnElon Musk, dono do X, reagiu com raiva após a multa ser imposta, chamando-a de 'bullsh*t' e dizendo que a União Europeia deveria ser 'abolida'. nnNos Estados Unidos, legisladores republicanos criticaram regras europeias e estrangeiras de segurança online e conteúdo. O presidente do Comitê Judiciário da Câmara, Jim Jordan, disse no início de fevereiro de 2026 que legisladores estavam explorando propostas para proteger americanos e empresas americanas de penalidades ligadas a regulamentações estrangeiras de discurso. O comitê de Jordan também divulgou materiais que diz mostrar pressão europeia sobre plataformas para adotar diretrizes de conteúdo em tópicos politicamente sensíveis. nnEspera-se que o recurso ao Tribunal Geral seja acompanhado de perto por reguladores e grandes empresas de tecnologia à medida que o novo regime de execução de plataformas da UE amadurece.

O que as pessoas estão dizendo

Discussões no X sobre o recurso do X contra a multa de €120 milhões da UE pela Lei de Serviços Digitais o retratam como uma batalha crucial contra censura e excesso regulatório. Apoiada por defensores da liberdade de expressão e contas conservadoras, criticam a investigação da UE como enviesada e falha processual. Alguns usuários veem como caso marco que pode definir precedentes para transparência de plataformas e direitos fundamentais, expressando ceticismo sobre o potencial autoritário da DSA.

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