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Um dente de 59 mil anos encontrado em uma caverna na Sibéria revela que os Neandertais perfuravam cáries para tratar a deterioração. A descoberta retrocede as origens da odontologia em dezenas de milhares de anos. Pesquisadores identificaram marcas claras de ferramentas de pedra no molar.

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Pesquisadores extraíram proteínas significativas de seis dentes que se acredita pertencerem ao Homo erectus, oferecendo novas pistas moleculares sobre as relações da espécie com outros hominídeos antigos. As descobertas apontam para um possível cruzamento com denisovanos na Ásia há cerca de 400.000 anos.

Um novo estudo sugere que o cruzamento entre neandertais e Homo sapiens criou uma incompatibilidade genética que aumentou os riscos de falha na gravidez em mães híbridas, contribuindo potencialmente para a extinção dos neandertais. Essa incompatibilidade envolveu diferenças no gene PIEZO1 que afetam o transporte de oxigênio no sangue. A descoberta pode explicar a ausência de DNA mitocondrial neandertal em humanos modernos.

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Um estudo de dentes fósseis revela que hominídeos pré-históricos foram expostos ao chumbo por pelo menos 2 milhões de anos, potencialmente influenciando a evolução do cérebro. Humanos modernos parecem ter se adaptado melhor à toxina do que parentes como neandertais, de acordo com pesquisa usando amostras antigas e organoides cerebrais. No entanto, alguns especialistas questionam a extensão dessa exposição e suas implicações evolutivas.

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