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Dramatic illustration of INSS CPMI session with government base presenting report seeking Bolsonaro indictments amid political counter-reports.
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Base governista da CPMI do INSS pede indiciamento de Bolsonaro e Flávio

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A base aliada do governo Lula apresentou nesta sexta-feira (27/3) um relatório alternativo na CPMI do INSS, solicitando o indiciamento de 130 pessoas, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), por fraudes bilionárias em aposentadorias. O documento contraria o relatório oficial do relator Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), que pede indiciamento de 216 nomes, entre eles o filho do presidente Lula, Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha). A votação deve ocorrer até sábado (28/3).

O ministro do STF Alexandre de Moraes autorizou nesta sexta-feira (30/1) visitas de quatro parlamentares do PL ao ex-presidente Jair Bolsonaro, preso em Brasília. Os encontros, solicitados pela defesa, ocorrerão em fevereiro, após o Carnaval. Entre os visitantes estão o deputado Nikolas Ferreira e o senador Carlos Portinho.

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O deputado federal Nikolas Ferreira concluiu uma caminhada de 240 km até Brasília em apoio à liberdade de Jair Bolsonaro, mas o ato na Praça do Cruzeiro foi marcado por um raio que feriu dezenas de apoiadores. Pelo menos 72 pessoas foram atendidas, com 30 encaminhadas a hospitais. Ferreira visitou os feridos e minimizou o incidente como natural.

O senador Flávio Bolsonaro criticou o regime carcerário imposto a seu pai, Jair Bolsonaro, questionando até quando o ministro Alexandre de Moraes terá autoridade para praticar o que ele chama de tortura. Em coluna, o jornalista Elio Gaspari rebateu a acusação, afirmando que Flávio não entende o conceito de tortura e sugerindo que consulte sobreviventes do DOI durante a ditadura militar. No mesmo texto, Gaspari menciona um desfile de Jair Bolsonaro em Brasília como uma mera encenação.

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Jair Renan, filho mais novo do ex-presidente Jair Bolsonaro, completou um ano como vereador em Balneário Camboriú, Santa Catarina, com presença em 90% das sessões, mas pouca participação nos debates. Suas intervenções ecoaram retórica bolsonarista, incluindo críticas à vacinação infantil e defesa de símbolos nacionais. Tensões surgiram com colegas, especialmente em pautas sobre democracia e ditadura militar.

O ensaísta Luiz Felipe Pondé argumenta que a corrupção ideológica destruiu a vida política e intelectual no Brasil, com uma esquerda autoritária e uma direita incapaz. Ele usa a COP30 como exemplo de leviandade institucional sob o governo Lula. Pondé alerta para riscos à independência do STF em caso de reeleição de Lula em 2026.

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A ausência dos presidentes da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre, no ato de sanção da isenção do Imposto de Renda em 26 de novembro sinaliza uma crise crescente entre o Congresso e o governo Lula. Essa tensão ameaça pautas chave como o Orçamento de 2026 e a indicação de Jorge Messias ao STF. A prisão de Jair Bolsonaro fica em segundo plano, com reações tímidas da direita.

 

 

 

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