Acusação constitucional
A Câmara dos Deputados aprovou por unanimidade a admissibilidade da acusação constitucional contra o ministro suspendido do Supremo Tribunal Diego Simpértegui, com 132 votos a favor. O libelo, impulsionado por deputados governistas, baseia-se em três capítulos sobre violações de probidade em casos judiciais chave. O Senado decidirá o caso em 22 de dezembro, podendo destituí-lo se aprovado por maioria.
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A comissão de revisão da Câmara dos Deputados anulou de forma incomum a votação unânime que aprovava a acusação constitucional contra o juiz da Suprema Corte Diego Simpértegui devido a um erro na entrega de documentos chave. A presidente da comissão, Maite Orsini, decidiu repetir a votação na quinta-feira após confirmar que uma peça crucial de evidência chegou no prazo, mas não foi relatada. Isso adia a sessão plenária até a próxima segunda-feira.
O ex-ministro de Energia Diego Pardow foi notificado de uma acusação constitucional por um erro na cobrança de eletricidade, com pressão da oposição para votar sobre isso antes das eleições de 16 de novembro. O presidente da Câmara, José Miguel Castro, expressou abertura para uma sessão em 15 de novembro, embora o deputado Jaime Mulet tenha enfatizado o respeito aos prazos para garantir o devido processo. O governo assumirá a defesa legal de Pardow, citando um princípio institucional.
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Onze deputados da oposição apresentaram uma acusação constitucional contra o ex-ministro de Energia Diego Pardow na segunda-feira, por negligências nos cálculos das tarifas de eletricidade que levaram a faturamento excessivo. O documento busca desqualificá-lo por cinco anos e critica violações à probidade administrativa sob o artigo 8 da Constituição. Enquanto isso, surge um debate sobre o apoio legal que o governo planeja fornecer a Pardow.