Desenvolvimento de Medicamentos

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Realistic depiction of GluD2 glutamate receptor activating as an ion channel via D-serine and GABA, with Johns Hopkins neuroscientists in a lab setting.
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Equipe de Johns Hopkins descobre que receptores de glutamato tipo delta funcionam como canais iônicos ativados por ligando

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Pesquisadores de Johns Hopkins Medicine relatam que receptores ionotrópicos de glutamato tipo delta (GluDs)—há muito debatidos quanto a se conduzem íons—podem atuar como canais iônicos ativados por ligando. O estudo da *Nature* usou microscopia crioeletrônica e experimentos de gravação de membrana para caracterizar o GluD2 humano e descobriu que ele pode ser ativado pelos neurotransmissores D-serina e GABA, descobertas que os autores dizem poderem ajudar a orientar o desenvolvimento de medicamentos para transtornos ligados a mutações em GluD.

Pesquisadores da Universidade da Califórnia, Los Angeles, sintetizaram moléculas em forma de gaiola com ligações duplas excepcionalmente deformadas, desafiando princípios de longa data da química orgânica. Este avanço se baseia na derrubada da regra de Bredt em 2024 e pode influenciar o design futuro de medicamentos. Os achados aparecem em Nature Chemistry.

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Cientistas desenvolveram um composto promissor chamado CMX410 que inibe uma enzima chave na bactéria da tuberculose, demonstrando eficácia contra cepas resistentes a medicamentos. A descoberta, publicada na Nature, surge de pesquisa colaborativa financiada pela Fundação Gates. Testes iniciais sugerem que poderia permitir tratamentos mais curtos e seguros para a doença infecciosa mais mortal do mundo.

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