Inflamação

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Split-image illustration of inflamed aging macrophages due to GDF3 signaling in mice (left) versus treated healthy state (right), with lab researchers and survival data.
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Estudo liga sinalização de GDF3 em macrófagos envelhecidos a inflamação elevada e piores resultados em modelos de infecção

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Pesquisadores da Universidade de Minnesota relatam que macrófagos de camundongos mais velhos podem ficar presos em um estado inflamatório por meio de um loop de sinalização autocrina envolvendo a proteína GDF3 e os fatores de transcrição SMAD2/3. Em experimentos, a deleção genética de Gdf3 ou drogas que interferiram na via reduziram respostas inflamatórias e melhoraram a sobrevivência em modelos de endotoxemia em animais mais velhos, enquanto dados de coortes humanas ligaram níveis mais altos de GDF3 a marcadores de inflamação.

Pesquisadores da Universidade de Ciência de Tóquio descobriram que a combinação de compostos vegetais comuns de hortelã, eucalipto e pimentas intensifica drasticamente seus efeitos anti-inflamatórios em células imunológicas. Certas combinações ampliaram a resposta centenas de vezes em comparação com o uso individual. As descobertas, publicadas na revista Nutrients, sugerem potencial para novas abordagens dietéticas no combate à inflamação crônica.

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Uma nova pesquisa mostra que a gordura visceral ao redor da cintura aumenta o risco de insuficiência cardíaca mais do que o IMC, mesmo entre as pessoas com peso normal. A inflamação é responsável por grande parte dessa ligação. As descobertas foram apresentadas na American Heart Association's EPI|Lifestyle Scientific Sessions 2026, em Boston.

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