Ciência Espacial
Uma nova pesquisa sugere que a partícula Amaterasu, um dos raios cósmicos mais energéticos já detectados, pode ser um núcleo atômico ultraleve em vez de um próton. As descobertas, feitas por cientistas da Penn State, foram publicadas na revista Physical Review Letters. Elas indicam que tais núcleos poderiam manter uma energia extrema ao longo de vastas distâncias no espaço.
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Astrônomos delinearam uma estratégia para detectar binárias de buracos negros supermassivos em órbita próxima ao procurar por flashes repetidos de luz estelar amplificada causados por lentes gravitacionais.
Cientistas propõem que erupções vulcânicas explosivas bilhões de anos atrás transportaram água do interior de Marte para suas regiões equatoriais, formando espessas camadas de gelo sob a superfície. Esse mecanismo explica o gelo detectado por radar na área mais quente do planeta sem depender de mudanças na inclinação axial de Marte. A descoberta pode auxiliar missões humanas futuras ao fornecer recursos hídricos acessíveis.
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Uma nova análise indica que a bacia do Polo Sul-Aitken da lua, sua cratera mais antiga e maior, provavelmente se formou por um impacto de asteroide originário do norte em vez do sul. Essa descoberta desafia suposições anteriores sobre a história inicial da lua. A descoberta pode aumentar o valor da próxima missão Artemis III da NASA à borda da bacia.