O Tribunal de Apelação manteve uma decisão do Supremo Tribunal que ordena à Agência de Recuperação de Ativos (ARA) que descongele contas bancárias vinculadas ao ex-governador de Nairóbi, Mike Sonko. A decisão, proferida em 25 de março de 2026, rejeitou o recurso da ARA por falta de mérito. As contas, que possuem mais de 537 milhões de xelins quenianos, haviam sido congeladas sob suspeita de lavagem de dinheiro.
Em 25 de março de 2026, o Tribunal de Apelação rejeitou o recurso da Agência de Recuperação de Ativos (ARA) contra uma decisão do Supremo Tribunal de outubro de 2025. Aquela decisão anterior havia ordenado à ARA que descongelasse as contas vinculadas ao ex-governador de Nairóbi, Mike Sonko, citando a falta de provas para sustentar as alegações de lavagem de dinheiro. A ARA argumentou que, nos termos da Seção 97 da Lei de Produtos do Crime e Antilavagem de Dinheiro (POCAMLA), as ordens de preservação permanecem em vigor enquanto aguardam recurso. Os juízes, no entanto, decidiram que qualquer suspensão só poderia ser aplicada aos custos e que eles não poderiam paralisar uma sentença que não exigia nenhuma ação. 'Não há nada decorrente da sentença do Supremo Tribunal para este tribunal, em um pedido de suspensão, fazer cumprir ou abster-se por meio de liminar', afirmou o tribunal. A decisão libera as contas de Sonko, que anteriormente continham mais de 537 milhões de xelins quenianos e foram congeladas sob a suspeita de serem produtos de crime. Sonko tem enfrentado batalhas jurídicas desde sua destituição da prefeitura em 2020. O banco de apelação observou que não poderia suspender a execução contra uma mera rejeição do processo.