Superintendência de Educação determina que escolas privadas apliquem protocolo Sala Segura

A Superintendência de Educação emitiu uma circular obrigando escolas privadas a seguir o mesmo procedimento Sala Segura das subvenionadas em casos de condutas graves, para garantir o devido processo e os direitos dos alunos. A medida esclarece uma lacuna legal e iguala as regras para todas as escolas oficialmente reconhecidas. A superintendente Loreto Orellana enfatizou que se trata de proteger os direitos de todas as crianças.

A Superintendência de Educação emitiu recentemente uma circular obrigando as escolas privadas a aplicar imediatamente o procedimento Sala Segura em prazos, regras e tratamentos, assim como os estabelecimentos subvenionados. Isso aborda a falta de fundamentos razoáveis para diferenciar por fonte de financiamento nos direitos dos alunos afetados, conforme a decisão.

Anteriormente, um parecer permitia que escolas privadas tivessem seus próprios procedimentos, criando desigualdades. Loreto Orellana, superintendente nomeada em agosto por concurso público, esclareceu que a circular apenas especifica a lei, aplicável a todas as escolas oficialmente reconhecidas. «Dá autonomia aos estabelecimentos e democratiza o processo», assegurou Orellana, enfatizando o respeito ao devido processo, igualdade e proporcionalidade nas medidas disciplinares.

Havia uma lacuna legal que se referia principalmente a escolas subvenionadas, embora a norma abrangesse todas. Agora, escolas privadas devem relatar cancelamentos de matrícula por condutas graves, o que não faziam antes. Orellana notou reclamações por falhas no devido processo em ambos os tipos de escolas.

A medida permite que os estabelecimentos decidam melhor sobre sanções formativas. Para adaptação, há um período especial a partir de março para cerca de 500 escolas privadas pagas, embora a aplicação seja imediata com tempo para ajustar regulamentos internos.

Orellana rejeitou que se trate de um "acordo" político: «Tudo o que é feito pela superintendência diz respeito à educação do país e à salvaguarda dos direitos de todos os alunos, independentemente de receberem subsídios ou não». Ela espera que melhore a convivência escolar, alinhada à política nacional.

Adicionalmente, uma norma lembra que os regulamentos internos devem reconhecer a identidade de gênero, incorporando a lei antidiscriminação e uma circular de 2021.

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