Prosseguindo o quase-acidente no GP da Austrália e os debates sobre procedimentos de largada, as conversas no paddock de Xangai antes do Grande Prémio da China de 2026 destacaram o domínio de George Russell na unidade de potência, medos persistentes de segurança e novas inovações técnicas como a asa traseira radical da Ferrari.
Cobertura Contínua da Volta de Formação da F1 2026 Seguindo os problemas de depleção de bateria e o quase-choque no GP da Austrália—detalhados em reportagens anteriores—as equipas de Fórmula 1 aprofundaram soluções durante as atividades do primeiro dia em Xangai (relatórios de 12 de março de 2026). ## Proeza de Russell com a Unidade de Potência O George Russell da Mercedes mereceu elogios dos rivais por otimizar as novas regras nas condições frias de Melbourne. A sua vantagem na qualificação sobre o colega de equipa Kimi Antonelli resultou de uma gestão superior de pneus e implantação de energia. «Fomos os mais rápidos nas outlaps... Conseguimos acertar na gestão de energia», disse Russell. O Charles Leclerc da Ferrari notou uma diferença de três décimos devida ao estilo de condução. O Oscar Piastri da McLaren destacou potenciais ganhos de meio segundo em retas, enquanto Lando Norris brincou que as equipas devem agora «conduzir a unidade de potência», atribuindo o mérito a Russell. ## Problemas Persistentes na Volta de Formação e Segurança Os líderes esgotam as baterias mais depressa nas voltas de formação devido ao limite de recuperação de 8 MJ. Max Verstappen da Red Bull sofreu perda de potência por burnouts. Mercedes e Red Bull pressionam por ajustes, opostas pela Ferrari (com turbos mais pequenos) e Ayao Komatsu da Haas, que alertou contra mudanças prematuras. Os alarmes de segurança persistem após a Austrália: Sergio Perez avisou de um «acidente múltiplo massivo» iminente; Verstappen chamou-lhe «perigoso»; Carlos Sainz, Pierre Gasly e outros ecoaram receios de grandes despautes ou largadas emperradas. ## Novos Passos Técnicos A Ferrari estreou a sua asa traseira «invertida» no treino de sexta-feira, acelerada dos testes da Bahrain; a Haas seguiu o exemplo. A Aston Martin debate-se com a fragilidade da bateria Honda, segundo Lance Stroll. ## Perspetivas para Xangai O traçado energético do circuito favorece a recuperação, mas exige carga total para a Curva 14. Ollie Bearman da Haas aconselhou carga máxima para implantação. O «efeito iô-iô» da Austrália pode atenuar-se aqui, embora Russell preveja repetições em circuitos com múltiplas retas. Verstappen espera melhorias.
Formula 1 drivers have criticized aspects of the 2026 regulations following the Japanese Grand Prix at Suzuka, particularly energy management affecting qualifying and on-track battles. Alpine's Pierre Gasly called for tweaks but pushed back against excessive negativity, while McLaren's Lando Norris and Williams' Alexander Albon detailed specific issues. A review meeting is planned next week ahead of the Miami race.
Formula 1 drivers expressed widespread frustration with qualifying at the Japanese Grand Prix after the 2026 power unit regulations forced energy-saving tactics that punished aggressive driving. Pushing harder in corners led to slower straights due to earlier battery charging, as highlighted by several top drivers. The FIA adjusted the energy limit to 8 megajoules for Suzuka, but calls for further changes persist ahead of talks before the Miami Grand Prix.
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