O Tribunal Superior de Nairobi ordenou que os diretores de uma startup falida reembolsem 23,8 milhões de Ksh aos investidores após má gestão dos fundos. Os investidores haviam fornecido 24,7 milhões de Ksh para apoiar o estabelecimento e as operações do negócio.
O processo foi aberto em 16 de outubro de 2020, com os investidores exigindo 24.708.000 Ksh mais juros e custos do processo até 2 de junho de 2020. O tribunal verificou que os diretores receberam os fundos em caráter pessoal, embora destinados ao uso do negócio. Uma auditoria revelou lucros mínimos e que a maior parte dos fundos não foi aplicada conforme acordado, com a startup não operando como prometido. Um diretor renunciou durante o período do empréstimo, mas permaneceu responsável pelos fundos recebidos em seu cargo. O terceiro réu admitiu responsabilidade parcial e comprometeu-se a pagar metade do valor, observando que os investidores eram seus pais idosos que perderam economias de aposentadoria. 'O terceiro réu apresentou uma declaração de defesa datada de 4 de fevereiro de 2021, alterada posteriormente em 9 de maio de 2022, admitindo o recebimento dos fundos conforme detalhado e ciente de que se tratava de um empréstimo, embora alegasse que eram investimentos na empresa. Comprometeu-se a pagar metade, pois os autores são seus pais', afirmou o tribunal. Em sua decisão, o Tribunal Superior determinou 15 milhões de Ksh solidariamente contra o segundo e terceiro réus, mais 8.848.391 Ksh contra o terceiro réu, totalizando 23.848.391 Ksh. Os juros acumulam desde a data de ajuizamento até o pagamento total. Este caso destaca os riscos nos investimentos em startups e a necessidade de accountability dos diretores.