Um requerente entrou com uma ação na Alta Corte do Quênia para contestar os recentes aumentos nos preços dos combustíveis anunciados pela EPRA. Ele argumenta que houve participação pública insuficiente e busca a divulgação completa da fórmula de preços.
O requerente busca ordens judiciais para suspender os novos preços nas bombas e obrigar a EPRA e o Tesouro Nacional a divulgar o detalhamento completo dos preços utilizados no ciclo de maio a junho. Isso inclui custos de desembarque, impostos, premissas de taxa de câmbio e como 5 bilhões de xelins quenianos (Ksh) do Fundo de Desenvolvimento do Petróleo foram gastos.
A petição também questiona a isenção dos padrões de enxofre no combustível e nomeia vários secretários de gabinete e agências como respondentes. Os preços entraram em vigor em 15 de maio por 30 dias.
A Associação de Motoristas do Quênia anunciou separadamente uma greve nacional a partir de segunda-feira, 18 de maio, em protesto. O vice-presidente Kithure Kindiki atribuiu os ajustes aos conflitos envolvendo Irã, Israel e Estados Unidos.