O partido pró-independência Junts rejeitou qualquer reaproximação com o PSOE após a decisão do Tribunal de Justiça da União Europeia que sustenta a Lei da Anistia.
Fontes da liderança do Junts afirmaram que a decisão do TJUE não abre caminho para apoiar novamente o governo de Pedro Sánchez. "Isso abre caminho para voltar com o PSOE? Não", declararam, insistindo que a resolução decorre da persistência deles e não de ações do executivo. O grupo pró-independência lembrou que acordos pendentes, como a delegação de poderes de migração à Generalitat e o status oficial do catalão na UE, permanecem não cumpridos. Eles exigiram que Sánchez entregue resultados para os catalães ou renuncie, sugerindo uma alternativa baseada na "rota Starmer" para continuar o mandato. Enquanto isso, o ministro Félix Bolaños comemorou a decisão e disse que "a reconciliação está conseguida". Ele instou o Supremo Tribunal a aplicar a Lei da Anistia imediatamente aos líderes da independência.