Enquanto voos limitados foram retomados a partir de hubs dos EAU em 2 de março de 2026, em meio a ataques contínuos dos EUA-Israel ao Irã e retaliações regionais, companhias como Etihad e Emirates ofereceram alívio parcial aos passageiros ilhados. No entanto, milhares de cancelamentos persistem em aeroportos do Golfo, com recuperação total incerta à medida que o conflito não mostra sinais de abrandar.
Com base nos fechamentos iniciais generalizados relatados no início de 2 de março, a Etihad Airways expandiu operações parciais do Aeroporto Internacional Zayed em Abu Dhabi, incluindo voos para Londres Heathrow (EY67 partiu às 14:30 hora local), Paris, Amsterdã e Mumbai. As operações permanecem limitadas até as 14h de 4 de março, focando em voos de reposicionamento, carga e repatriação em coordenação com autoridades dos EAU. A Emirates iniciou serviços limitados do Aeroporto Internacional de Dubai à noite, com voos para Mumbai e Chennai priorizando passageiros com reservas confirmadas. A Flydubai operou rotas selecionadas para Moscou e outros destinos. Apesar desses passos, dados do Flightradar24 indicaram mais de 2.000 cancelamentos em sete aeroportos chave do Golfo naquele dia, com o diretor Ian Petchenik alertando para impactos crescentes na indústria. Respostas globais continuam: O Departamento de Estado dos EUA instou americanos a partirem por opções comerciais disponíveis, enquanto a Secretária de Relações Exteriores do Reino Unido Yvette Cooper destacou o estresse nos viajantes. Os EAU estão cobrindo custos de hotel e refeições para visitantes ilhados. Grandes companhias como Lufthansa, British Airways e Air France suspenderam serviços à região até início de março, e a Qatar Airways permanece em terra. Com o presidente Donald Trump sinalizando um conflito de semanas, as perspectivas de recuperação de viagens aéreas permanecem sombrias.