A líder da oposição María Corina Machado encontrou o secretário de Estado dos EUA Marco Rubio no Departamento de Estado em 28 de janeiro de 2026, em uma ofensiva de charme para moldar a transformação da Venezuela após a detenção de Nicolás Maduro capturado pelos EUA. A visita coincidiu com o depoimento de Rubio no Senado no mesmo dia, defendendo a estratégia de estabilização da administração Trump.
Em 28 de janeiro de 2026, a líder da oposição venezuelana María Corina Machado visitou o Departamento de Estado dos EUA em Washington para se reunir com o secretário de Estado Marco Rubio na administração Trump. A Bloomberg descreveu o encontro como parte de uma ofensiva de charme para retomar a narrativa sobre a transformação da Venezuela pós-Maduro, após a captura do líder venezuelano em uma incursão militar dos EUA em 3 de janeiro. A aliada de Maduro Delcy Rodríguez foi empossada como presidente interina depois. Os EUA estão se envolvendo com suas autoridades interinas enquanto alertam para ação militar potencial se demandas — como a erosão da influência iraniana, chinesa e russa — não forem atendidas, segundo a Reuters. O encontro de Machado coincidiu com o depoimento de Rubio perante o Comitê de Relações Exteriores do Senado, onde ele enfatizou diálogos «respeitosos e produtivos» com líderes venezuelanos. Rubio observou: «Pela primeira vez em 20 anos, estamos realizando conversas sérias para erodir e eliminar a presença iraniana, a influência chinesa e também a presença russa.» Ele afirmou não haver intenção atual de ação militar, mas alertou em declarações preparadas: «Estamos preparados para usar a força para garantir a máxima cooperação se outros métodos falharem.» Os eventos destacam tensões na política externa dos EUA, com democratas do Congresso como o senador Chris Coons questionando as evidências e consultas da operação contra Maduro. Republicanos, incluindo o presidente Jim Risch, apoiaram evitar «guerras intermináveis». Republicanos bloquearam recentemente uma resolução limitando os poderes de guerra de Trump sobre a Venezuela. Isso segue o recente escrutínio do Senado sobre a operação na Venezuela e a estratégia da administração (veja cobertura relacionada).