A Social Health Authority (SHA) suspendeu o MP Shah Hospital do plano de saúde do governo por 90 dias após diversas reclamações de pacientes.
Em uma carta de 23 de junho de 2026, assinada pela CEO Dra. Mercy Mwangangi, a SHA declarou ter recebido inúmeras queixas sobre os serviços de saúde no hospital.
Alguns pacientes foram forçados a pagar do próprio bolso por serviços que deveriam ser totalmente cobertos pelo SHIF. O hospital também foi acusado de solicitar reembolsos inferiores aos devidos à SHA.
Os casos sob análise incluem o do bebê Thompson, que foi cobrado em 83.308 xelins em 3 de maio de 2026, além dos casos envolvendo Guyo Rendille, P.N. Gupta e Vyonne Gakii. O hospital está proibido de admitir ou tratar pacientes do SHIF até que a investigação seja concluída.