O líder da maioria no Senado, John Thune, descreveu 2025 como um ano produtivo sob o segundo mandato do presidente Donald Trump, destacando grandes conquistas legislativas. Olhando para o futuro, ele antecipa um debate significativo sobre os subsídios da Affordable Care Act, que expiram em breve. Thune defende a expansão de contas de poupança saúde para capacitar indivíduos na escolha de opções de seguro.
John Thune assumiu o cargo de líder da maioria no Senado em novembro de 2024, sucedendo Mitch McConnell, do Kentucky. Em uma entrevista com Tim Rice, do The Daily Wire, para o podcast "Morning Wire", Thune revisou o ano passado e delineou prioridades futuras.
O líder chamou 2025 de "muito produtivo", creditando a "One Big Beautiful Bill Act", aprovada pelo Congresso e sancionada por Trump em julho. Essa legislação abrangente abordou metas republicanas principais, incluindo segurança nacional, controle de fronteiras, política energética, reformas tributárias, escolha escolar, contas para recém-nascidos, disposições para creche e uma lei agrícola. Thune a descreveu como contendo "a maior redução de gastos literalmente na história". Alcançá-la em um pacote único foi uma "tarefa hercúlea", observou, pois espalhá-la ao longo do tempo teria destacado o volume de conquistas de forma mais clara. O Senado também confirmou indicados da administração Trump e reduziu ônus regulatórios, particularmente na energia.
Apesar desses sucessos, Thune alertou para um grande obstáculo no início de 2026: a expiração dos subsídios da Affordable Care Act na quarta-feira, o que poderia elevar os prêmios de seguros de saúde. O debate ecoa o fechamento do governo no outono de 2025 centrado no Obamacare, com outra crise potencial se o Congresso não estender o financiamento além de 30 de janeiro. Conservadores veem o programa como fundamentalmente insustentável.
Thune delineou reformas preferidas, enfatizando a escolha do consumidor. "O que acreditamos que faz sentido é um modelo que expande contas de poupança saúde e coloca o dinheiro de volta nos bolsos das pessoas neste país, incentivando-as a comprar o seguro que faz sentido para elas, em vez de comprar o seguro que o governo diz que elas têm que comprar", disse ele. Essa abordagem, argumentou, geraria prêmios mais baixos e melhor acesso à cobertura — elementos ausentes das propostas democratas recentes.
Sobre segurança nacional, Thune elogiou o foco de Trump em segurança de fronteiras, força militar e doutrina de "paz através da força". Ele citou o recente ataque antissemita em Bondi Beach, na Austrália, como um lembrete trágico de ameaças globais, enfatizando a necessidade de equipar as forças policiais e processar os perpetradores plenamente.