Trump signs order to ease marijuana regulations

US President Donald Trump signed an executive order recommending the easing of federal marijuana regulations, a potentially significant shift in the country's drug policy. The measure directs the attorney general to advance reclassification of the drug, possibly moving it from Schedule I to Schedule III. The decision aims to boost medical research and could affect the cannabis industry, though marijuana would remain federally illegal.

On Thursday, Donald Trump signed an executive order urging the easing of federal marijuana regulations, according to high-ranking administration officials. This action marks one of the most significant federal changes in marijuana policy in decades and directs the attorney general to swiftly advance the reclassification of the psychoactive plant.

Currently, marijuana is classified under Schedule I of the US Controlled Substances Act, alongside heroin, ecstasy, and peyote, indicating high abuse potential and no accepted medical use. The proposed reclassification would place it in Schedule III, next to common painkillers, ketamine, and testosterone, acknowledging legitimate medical uses and lower addictiveness. However, even with this change, marijuana would remain a federally controlled substance subject to strict restrictions and criminal penalties.

"We have people begging me to do this, people who have been suffering for decades," Trump told journalists at the White House. The primary goal is to increase medical research on marijuana and related products to assess risks and therapeutic benefits. The Drug Enforcement Administration (DEA) must review this recommendation, and the order's text has not yet been published.

The Centers for Medicare & Medicaid Services plan to allow some beneficiaries to use CBD products derived from hemp. The news boosted cannabis company stocks, easing challenges like financing, as federal restrictions have kept most banks and institutional investors away from the sector.

"Organigram Global considers the potential reclassification of cannabis in the United States as a significant regulatory signal for the global cannabis industry," stated a company spokesperson. Marijuana is the most consumed illicit drug in the US, with nearly one in five residents using it annually, according to the Centers for Disease Control and Prevention.

Artigos relacionados

Illustration of Anvisa approving medical cannabis cultivation in Brazil, featuring scientists in a lab with plants and official documents.
Imagem gerada por IA

Anvisa aprova cultivo de cannabis para fins medicinais

Reportado por IA Imagem gerada por IA

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, em 28 de janeiro de 2026, resoluções que permitem o cultivo de cannabis para tratamentos de saúde e pesquisa, além de novas vias de administração e importação de plantas. Essa medida marca um avanço na cadeia produtiva nacional, facilitando o acesso a medicamentos derivados da planta. As mudanças expandem opções para pacientes com doenças graves, mantendo restrições rigorosas.

Após relatos iniciais sobre sua intenção, o presidente Trump assinou em 19 de dezembro de 2025 uma ordem executiva que alivia restrições federais à maconha para uso médico. Ela determina a reclasificação do Schedule I, expande pesquisas, apoia tratamentos com cannabis e permite cobertura do Medicare, parando antes da legalização recreativa.

Reportado por IA

Uma análise abrangente de mais de 2.500 estudos mostra que a cannabis medicinal tem evidências fortes apenas para alguns usos específicos, apesar da crença pública generalizada em sua maior efetividade. Liderada por pesquisadores da UCLA Health, a revisão destaca lacunas entre percepções e provas científicas para condições como dor crônica e ansiedade. Ela também identifica riscos potenciais, particularmente para adolescentes e usuários diários.

No Fórum Econômico Mundial em Davos, o presidente dos EUA Donald Trump prometeu assinar em breve uma ampla legislação sobre a estrutura do mercado de criptomoedas, visando manter os Estados Unidos como a capital cripto do mundo. Ele enquadrou o impulso como essencial para superar a China em inovação financeira. Os comentários vêm em meio à alta do bitcoin acima de US$ 90.000 e forte apoio político da indústria cripto.

Reportado por IA

Sob a administração Trump, reguladores dos EUA mudaram para integrar criptomoedas ao sistema financeiro tradicional, marcando uma mudança histórica em relação às abordagens anteriores pesadas em fiscalização. Desenvolvimentos chave incluem nova legislação para stablecoins e aprovações para firmas cripto operarem como bancos. Essa evolução impulsionou a adoção institucional em meio à trajetória de preços volátil mas ascendente do Bitcoin.

President Donald Trump has pardoned former Honduran President Juan Orlando Hernández, who was serving a 45-year U.S. prison sentence for a drug-trafficking conspiracy. The decision, confirmed by a White House official and the Federal Bureau of Prisons, led to Hernández's release from a federal facility in West Virginia on Monday and has drawn criticism amid ongoing U.S. efforts against narcotics trafficking in Latin America.

Reportado por IA Verificado

Pesquisa laboratorial liderada por cientistas da Universidade de Khon Kaen indica que o canabidiol (CBD) e o delta-9-tetrahidrocanabinol (THC), dois compostos chave da cannabis, podem desacelerar o crescimento e a disseminação de células de câncer ovariano in vitro, particularmente quando usados juntos em uma proporção de 1:1, causando danos relativamente limitados às células saudáveis. As descobertas iniciais, relatadas na Frontiers in Pharmacology, sugerem uma possível via para tratamentos futuros de câncer ovariano, mas estão longe do uso clínico.

 

 

 

Este site usa cookies

Usamos cookies para análise para melhorar nosso site. Leia nossa política de privacidade para mais informações.
Recusar