Grande ensaio VIVID conclui que vitamina D3 em dose alta não reduziu a gravidade aguda da COVID-19, mas análise de adesão sugere possível sinal de COVID longa

Um grande ensaio randomizado liderado pelo Mass General Brigham concluiu que um curso de quatro semanas de vitamina D3 em dose alta, iniciado logo após um teste positivo para COVID-19, não reduziu a gravidade da doença aguda, visitas a serviços de saúde ou mortes, e não impediu a disseminação no agregado familiar. Mas numa análise limitada a participantes que tomaram consistentemente as pílulas atribuídas, os investigadores observaram uma pequena diferença, de significância estatística limite, nos sintomas persistentes reportados oito semanas após a infeção, uma descoberta que dizem merecer mais estudo.

Os resultados de um grande ensaio randomizado liderado pelo Mass General Brigham sugerem que a suplementação de vitamina D é improvável que melhore de forma significativa os resultados a curto prazo da COVID-19 quando iniciada pouco após o diagnóstico, deixando em aberto a possibilidade de um efeito modesto nos sintomas persistentes em certas análises.

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