Antropologia

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Pesquisadores do Museu Nacional e da Universidade de Copenhague decifraram tábuas de argila com mais de 4.000 anos, revelando feitiços mágicos, registros reais e a burocracia cotidiana de antigas civilizações do Oriente Médio. Os textos incluem raros rituais contra bruxaria para proteger reis assírios e uma lista real que sugere a existência histórica do Rei Gilgamesh. Uma das tábuas registra até mesmo um simples recibo de cerveja.

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Uma nova pesquisa mostra que a malária afastou as primeiras populações humanas de áreas de alto risco na África subsaariana nos últimos 74.000 anos. Essa fragmentação influenciou a diversidade genética e as estruturas populacionais. O estudo destaca a doença como uma força evolutiva fundamental, ao lado do clima.

Análise arqueológica de valas comuns no nordeste de França descobriu evidências de violência ritualizada após as primeiras guerras da Europa. Investigadores usaram análise isotópica para mostrar que as vítimas eram forasteiros sujeitos a atos deliberados e simbólicos de brutalidade. As descobertas sugerem que conflitos pré-históricos envolviam exibições estruturadas de poder em vez de caos aleatório.

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Fósseis desenterrados numa caverna marroquina oferecem uma visão precisa da evolução humana inicial, datados de cerca de 773.000 anos atrás usando a inversão do campo magnético da Terra como carimbo temporal. Os restos, que misturam traços primitivos e avançados, sugerem uma população africana próxima do ancestral comum dos humanos modernos, neandertais e denisovanos. Esta descoberta destaca o papel chave do noroeste de África nas origens humanas.

 

 

 

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