Antropologia

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Uma análise genética de restos mortais da Bélgica e da França indica que alguns dos últimos neandertais do noroeste da Europa viviam em grupos diversos e conectados. As descobertas sugerem que a endogamia não foi um fator importante em sua extinção, ocorrida há cerca de 40.000 anos.

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Uma análise de proteínas de 23 dentes fósseis mostra que todos os indivíduos de Homo naledi recuperados do sistema de cavernas Rising Star eram biologicamente do sexo feminino, relataram os pesquisadores.

Uma nova pesquisa mostra que a malária afastou as primeiras populações humanas de áreas de alto risco na África subsaariana nos últimos 74.000 anos. Essa fragmentação influenciou a diversidade genética e as estruturas populacionais. O estudo destaca a doença como uma força evolutiva fundamental, ao lado do clima.

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Pesquisadores analisaram DNA mitocondrial de oito dentes de Neandertal encontrados na Caverna Stajnia, na Polônia, reconstruindo o perfil genético de um pequeno grupo que viveu no local há cerca de 100 mil anos. O estudo, publicado na revista Current Biology, marca o primeiro retrato genético de múltiplos indivíduos de um único sítio ao norte dos Cárpatos. As descobertas mostram vínculos genéticos com Neandertais por toda a Europa e o Cáucaso.

 

 

 

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