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MRI scans comparing normal and enlarged striatum in brains related to psychopathic traits study
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Estudo associa estriado maior a traços psicopáticos em exames cerebrais

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Exames de ressonância magnética de 120 adultos nos Estados Unidos revelaram que indivíduos com traços psicopáticos mais elevados possuem um estriado — área envolvida na recompensa e motivação — cerca de 10% maior, em média, do que aqueles com poucos ou nenhum desses traços, segundo um estudo publicado no Journal of Psychiatric Research.

Pesquisadores da Universidade do Colorado em Boulder localizaram uma região do cérebro chamada córtex insular granular caudal, ou CGIC, que atua como um interruptor que transforma dor aguda em dor crônica. Em estudos com animais, desativar esse circuito impediu o desenvolvimento da dor crônica ou a reverteu após sua instalação. As descobertas, publicadas no Journal of Neuroscience, abrem caminho para novos tratamentos além dos opioides.

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Os astrócitos — células gliais em forma de estrela, longamente vistas principalmente como suporte para os neurônios — parecem moldar ativamente a forma como as memórias de medo são aprendidas, evocadas e enfraquecidas, de acordo com um estudo com camundongos publicado na revista Nature. O trabalho sugere que essas células ajudam a sustentar os padrões de atividade neural que fundamentam a expressão do medo, uma descoberta que, segundo pesquisadores, poderá eventualmente embasar novas abordagens para transtornos relacionados à ansiedade.

Pesquisadores do Georgetown University Medical Center relatam que mudanças na proteína cerebral KCC2 podem alterar quão fortemente pistas cotidianas se ligam a recompensas. Em um estudo publicado em 9 de dezembro na Nature Communications, eles mostram que a atividade reduzida de KCC2 em ratos está associada a disparos intensificados de neurônios dopaminérgicos e aprendizado mais forte de pista-recompensa, oferecendo pistas sobre mecanismos que também podem estar envolvidos no vício e outros transtornos psiquiátricos.

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Cientistas da Keck School of Medicine da University of Southern California identificaram uma organização em quatro camadas de tipos de neurônios na região CA1 do hipocampo do camundongo, um centro chave para memória, navegação e emoção. O estudo, publicado na Nature Communications em dezembro de 2025, usa imagens avançadas de RNA para mapear atividade genética em dezenas de milhares de neurônios e revela faixas mutáveis de células especializadas que podem ajudar a explicar diferenças comportamentais e vulnerabilidades a doenças.

Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia identificaram um grupo de neurônios do tronco encefálico que podem suprimir sinais de dor crônica quando surgem necessidades de sobrevivência como fome ou medo. Esses neurônios receptores Y1 no núcleo parabraquial lateral atuam como um quadro de comutação neural, priorizando demandas biológicas urgentes sobre desconforto persistente. A descoberta, publicada na Nature, oferece potenciais novas vias para tratamentos de dor.

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Pesquisadores do Scripps Research identificaram uma região do cérebro que se torna hiperativa em ratos, ligando o álcool ao alívio do estresse de abstinência e promovendo recaídas. O núcleo paraventricular do tálamo desempenha um papel chave nesse aprendizado de reforço negativo. Os achados, publicados em 5 de agosto de 2025, podem informar tratamentos para dependência e transtornos relacionados.

 

 

 

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